Shows ao Vivo

Por que você não consegue fazer shows (5 motivos)

Uma das maiores reclamações dos músicos é a enorme dificuldade de realizar shows que agreguem valor à sua carreira. Expandir uma agenda de eventos ou mesmo ter oportunidades profissionais  é sem dúvida um “calo” nos pés de muita gente.

Quando não precisam pagar para tocar (literalmente), boa parte da classe se submete a situações que acabam por desestimular a permanência na atividade musical. Colocar o pé na estrada, muitas vezes, serve para extinguir muitas carreiras.

Enumerei 5 pontos que podem estar influenciando negativamente seu desempenho na hora de conseguir oportunidades para shows e eventos.

Vamos lá:

1 – Você não possui uma base de fãs

Quero te mostrar uma coisa. Pense comigo: Se você fosse um dono de casa noturna, pub, promotor de eventos, qual seria seu maior objetivo? Com certeza a resposta é ter pessoas pagando ingressos, consumindo seus produtos e serviços para gerar a receita que vai sustentar o seu negócio.

Agora, que tipo de atração você, empresário, contrataria com esse cenário? Claro, um artista que por si só entregue aquilo que você precisa: Público.

Ter uma base de fãs é ESSENCIAL pra você conseguir uma boa agenda de shows. Mostrar a um contratante que você mobiliza público em torno do seu trabalho é a credencial para conquistar sua confiança. E essa mobilização começa no digital, pela internet. Atrair pessoas à sua música, convertê-las em fãs e se relacionar com esse público cria a moeda de troca que você precisa para ter acesso a essas oportunidades.

“Será que isso se aplica mesmo? Tem algum exemplo prático?“,

texasA Texas Hammer é um. Uma banda de country rock que prima em criar uma conexão com seu público. Pela internet, o grupo gera exclusividade, cria canais fechados apenas para fãs e entrega conteúdo de muito valor. Sua base de admiradores é muito, mas, muito fiel e crescente.

A agenda de shows, maior do que a de artistas bastante conhecidos no Brasil.  Os limites transpõem o território nacional. Os músicos participaram de um festival no Perú recentemente, o Oxapampa Fest. Era de se esperar, afinal, qual contratante não se interessaria em ter consigo uma atração que desperta tanta mobilização popular?



2 – Você não encara show como produto

Se você desejar fazer shows e receber por isso, você está em um mercado. Um mercado tem a seguinte máxima: Me apresente algo de valor, que traga alguma vantagem a mim e lhe darei algo de valor que traga vantagem a você. Simples assim. Seu show precisa ser ser mais do que uma apresentação ao vivo, precisa”vender” essa vantagem, precisa ser um produto que atraia pagantes.

Nada de ficar implorando por uma oportunidade, pare com isso. Transforme sua apresentação ao vivo em uma máquina que gere entretenimento e estimule o consumo. E antes que alguém pense que músicos independentes estão longe dessa realidade e que o Brasil é o país do sertanejo, quero que você conheça o exemplo do meu aluno Eddie.

Ele é líder de uma banda de rock (isso, rock) que hoje fatura alto com a própria festa. Ele criou uma festa rock, uma experiência que é vendida em bares e pubs de São Paulo e viu sua agenda de shows crescer como nunca.

Assista o vídeo que gravei com ele:


3 – Você não usa a internet como se deve

É incrível ver como a maioria dos músicos gasta seu tempo e dinheiro postando no Facebook, You Tube, distribuindo no Spotify sem saber o que estão realmente fazendo e ainda contam com a sorte de conseguir algum resultado. Sem nada nas mãos, o que vemos são reclamações do mercado, pessimismo e por aí vai.

Se você souber fazer o marketing da sua música, nunca haverá espaço para reclamações na sua agenda.

Foi o caso do Andrew,  meu aluno no curso Palco Digital, que focou seus esforços em trabalhar a divulgação de sua carreira da maneira certa pela internet.

O efeito disso você pode ver abaixo. O cantor fechou uma super turnê pela Europa.

4- Você não se posiciona para um nicho

espraiado

Um defeito grave de muitos músicos é querer agradar todo mundo em busca de uma aceitação.

Identifique um grupo de pessoas que tem potencial de consumir sua música e se posicione para ele!

A imagem que você viu acima é do post que o Rafael, músico da Espraiado, compartilhou conosco. Ele possui um projeto focado 100% no público “praiano” (como o próprio nome já diz).

Aquele tipo de música que você tocaria em uma roda de violão, à noite, na melhor praia da sua cidade, saca?

Quando uma rede de restaurantes localizada em regiões oceânicas do Rio apareceu, não foi difícil que eles fossem vistos como a melhor opção. E como você percebeu, isso rendeu até mídia espontânea no jornal Globo.

5- Você insiste em pensar que não pode

Henry Ford já dizia: “Se você pensa que pode, você está certo. Se pensa que não pode, também está.”. Nós condicionamos os resultados de nossa vida através da maneira que pensamos. Há aqueles que mesmo vendo esse post, assistindo os vídeos, continuarão a dizer: “Pode até ter acontecido com eles, mas, o que garante que poderá acontecer comigo?”.

O cantor e compositor Manuca Bandini acreditou e hoje, faz uma média de 20 shows por mês.

Trabalho com músicos independentes desde 2013 e tenho visto de perto como o que você leu aqui se comprova. Não é uma teoria bonita de se ler, não é algo impossível de se aplicar e procurei mostrar isso com alguns resultados do meu curso on line, o Palco Digital.

Se você quiser conhecer e se juntar a esse grupo de músicos, quero te estender a oportunidade.

– Clique aqui para conhecer o Curso Palco Digital

Tenha foco, força e acredite. 

Abraço forte!