Os serviços de streaming são a bola da vez. Enquanto o número de downloads pagos cai vertiginosamente, a curva do streaming cresce e as previsões são animadoras para as empresas detentoras dessa tecnologia. Do outro lado, músicos e gravadoras disputam as receitas, lidando com a polêmica da falta de informações do repasse financeiro. 90% dos serviços não são claros quanto ao montante arrecadado.
Devido a isso, o meio musical se divide sobre o retorno financeiro. A pergunta está no ar: Streaming realmente funciona pro artista?
O retorno pode estar ligado a alguns fatores importantes:
– Tipo de serviço (Interativo como Spotify, não interativo como Pandora)
– Tipo de inscrição (Grátis ou paga)
– Em qual país é executado (Os royalties são diferentes para cada região)
– O mercado envolvido (No Spotify você ganha mais se for tocado mais)
O Spotify é o serviço que mais colabora com dados de entrega financeira e nos dá uma ideia de como os demais agem na hora de distribuir o conteúdo de um artista, arrecadar os royaties e realizar o repasse. Abaixo você tem um infográfico com dados mensurados pela Bilboard. Veja:
A divisão ainda é alvo de muita controvérsia e discussão. No Brasil, músicos como Frejat, questionam a forma de repasse dos serviços de reprodução musical. As gravadoras possuem um retorno muito maior do que os músicos sem absorver os custos de boa parte de suas produções. Uma forma de compensar a derradeira baixa nas vendas de CDs, claramente.
Com isso, o mercado independente se aquece com nomes de peso ano após ano. Eis um dos motivos.
E você, o que acha?
P.S. Tenho um treinamento online que aborda esse e outros pontos para uma carreira dentro do Spotify.
Te convido a conhecer e fazer parte desse grupo de músicos que está fazendo a diferença.

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